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15 de setembro de 2014

O Brasil paga o 2º. pior sálario aos Professores do Ensino Fundamental, entre os países da OCDE

Por Marcos Vinícius

O Brasil perece muito longe de começar a resolver seus grandes problemas estruturais, estatística divulgada pela Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico – OCDE demonstra que os salários pagos aos professores brasileiros são muito baixos, quando comparados aos pagos nos países desenvolvidos, também para professores de ensino fundamental.

Os dados são do estudo Education at a Glance 2014, que tenta descrever as condições de oferta da educação pública de ensino fundamental, nos trinta e quatro países membros da organização, inclusive o Brasil e outros dez pises associados.

Conforme o estudo, um professor brasileiro de ensino fundamental, iniciante na regência de classes escolares, nas unidades públicas, percebe em média, U$$ 10.375 durante um ano letivo de trabalho.

Nos países Latino Americanos como Chile e México, os professores percebem em média, salários muito maiores que os brasileiros, cerca de U$$ 17.770 (Chile) e U$$ 15.556 (México) ao ano. Segundo a pesquisa, o Brasil só estaria à frente da Indonésia, cujo salário dos professores de ensino fundamental é algo em torno de U$$ 1.560 ao ano.

O Levantamento foi feito em 2012, com os valores de dólares equiparados em paridade do poder de compra – PPC, observada a condição de cada país.

Dentre os pesquisados, o país que melhor paga é Luxemburgo, lá o salário dos professores chega a U$$ 66.085 ao ano. Na média dos países membros da OCDE, o salarial do professor ficou posicionado em U$$ 29.411, praticamente o tripulo do salário pago aos professores de ensino fundamental no Brasil.

Como buscar estímulos para os docentes?

Como resgatar a Educação de qualidade na Escola Pública do ensino fundamental e médio, sem valorizar os professores?

Veja a Baixo a relação de países e os respectivos valores dos salários.

Salários de Professores do Ensino Fundamental, Instituições Públicas, em Dólares por Ano – Estatística da OCDE.

    20 de abril de 2014

    A remuneração dos magistrados brasileiros e a eficiência do judiciário!

    dizer o q pensa faz inimigos ML King “[...] justiça pouco acessível, lenta e cara, não pode ser vista como justa, nem sentença tardia, isso quando chega, consegue produzir alguma reparação”.
    Por Marcos Vinícius Anjos

    O Brasil é realmente o país dos contrastes, mesmo com um dos piores sistemas judiciários, lento, moroso, procrastinador, ineficiente, tomado por uma alta sensação de injustiça, Juízes ganham mais do que colegas, nos EUA, na França ou na Alemanha, países com aparelhos judiciários muito mais eficientes.
    Há no judiciário brasileiro certa insatisfação com a remuneração dos magistrados, que costumam, através de alguns dos seus órgãos de classe, clamar por maiores proventos. Normalmente argumentam pela necessidade de subsídios diferenciados, acima da média, para assegurar a isenção, a imparcialidade e, principalmente, a permanência na carreira da magistratura, constantemente assediada pelo o exercício da advocacia, segundo alguns juízes, monetariamente mais atrativa e menos desgastante que o oficio dos meritíssimos.
    As queixas sobre os valores recebidos e sua compatibilidade com as funções exercidas são justas? Ou seria um descabido Jus sperniandis?