Plantão Brasil

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20 de abril de 2014

A remuneração dos magistrados brasileiros e a eficiência do judiciário!

dizer o q pensa faz inimigos ML King “[...] justiça pouco acessível, lenta e cara, não pode ser vista como justa, nem sentença tardia, isso quando chega, consegue produzir alguma reparação”.
Por Marcos Vinícius Anjos

O Brasil é realmente o país dos contrastes, mesmo com um dos piores sistemas judiciários, lento, moroso, procrastinador, ineficiente, tomado por uma alta sensação de injustiça, Juízes ganham mais do que colegas, nos EUA, na França ou na Alemanha, países com aparelhos judiciários muito mais eficientes.
Há no judiciário brasileiro certa insatisfação com a remuneração dos magistrados, que costumam, através de alguns dos seus órgãos de classe, clamar por maiores proventos. Normalmente argumentam pela necessidade de subsídios diferenciados, acima da média, para assegurar a isenção, a imparcialidade e, principalmente, a permanência na carreira da magistratura, constantemente assediada pelo o exercício da advocacia, segundo alguns juízes, monetariamente mais atrativa e menos desgastante que o oficio dos meritíssimos.
As queixas sobre os valores recebidos e sua compatibilidade com as funções exercidas são justas? Ou seria um descabido Jus sperniandis?

30 de março de 2014

O Brasil e o Baixo Crescimento Econômico para 2014

       Por Marcos Vinícius Anjos – vinicius.anjos@uol.com.br
A economia brasileira neste início de 2014 não tem legado dados animadores, as expectativas de crescimento estão derretendo a cada dia, somadas a tendência, já irrefutável, de desvalorização do real e suas consequências cambiais para o país, a ameaça inflacionária, que não descola do centro da meta, exigindo vigilância constante do governo nem sempre eficiente, e outros indicadores igualmente pessimistas, trazem grandes incógnitas e dilemas que tem arrefecido o ímpeto empresarial e o investimento.
Levantamento feito pelo Instituto Economist Intelligence Unit (EIU), aponta o baixo crescimento estimado para 2014, como responsável pelas projeções de queda no PIB nominal do país (em U$$). Tal situação, inevitavelmente, reposicionaria a colocação do Brasil em meio às economias de maior expressão no mundo atualmente. Da meteórica sexta posição, tão festejada em 2012, deve-se amargar o incômodo nono lugar.

Evolução do PIB (em dólar) das nove maiores economias do Mundo
Países
2012
Classif. 2012
2013
Classif. 2013
2014*
Classif. 2014
Estados Unidos
16,24
16,80
17,59
China
8,38
9,78
10,51
Japão
5,93
4,90
4,78
Alemanha
3,46
3,62
3,59
França
2,61
2,73
2,72
Grã-Bretanha
2,48
2,53
2,75
Rússia
2,02
2,14
2,24
Índia
1,83
1,93
2,15
Brasil
2,24
2,20
2,09
* Estimativas da Economist Intelligence Unit (EIU) em US$ trilhões

 O Economist Intelligence Unit (EIU), Instituto associada à revista The Economist, insinua que o Brasil poderá acabar o ano de 2014 atrás da Índia e Rússia, perdendo terreno inclusive no Brics.  Segundo o Instituto EIU, o pífio crescimento do PIB esperado para 2014, de apenas 1,7% será influenciado pelo baixo crescimento da economia, queda nas exportações e aumento das importações, além de acentuada desvalorização na moeda brasileira.
A partir do câmbio de R$ 2,44 por U$$ 1,00, tomado como referência, o mesmo critério adotado pelo Governo para projetar o Orçamento de 2014, chegou-se a uma estimativa de redução no PIB de cerca de 100 bilhões de dólares, passando de 2,2 para 2,1 trilhões em 2014.
Já está bastante claro que o Brasil, assim como os outros países chamados emergentes, usufruiu de uma janela capitalista de nítida mudança no padrão mundial de geração e acumulação de riquezas, concentrada na primeira década dos anos 2000 e seu entorno. Investidores assustados com os movimentos dos Estados mais desenvolvidos e das principais corporações, no final dos anos noventa, reorientaram seus investimentos para se afastarem das turbulências que já se avizinhavam nos EUA e na Europa, tratamos com mais profundidade desse assunto aqui e aqui.